Palestras Técnicas, Conceituais, Painéis etc

mais de 30 encontros com ideias que compilaram

As palestras da SouDevCon 2025 são o momento de tirar a mão do teclado e colocar a cabeça pra funcionar. Serão mais de 30 encontros ao vivo, com gente que não veio só mostrar slides bonitos — mas compartilhar ideias, provocar reflexões e, vez ou outra, cutucar o senso comum com um console.log(“ué?”).

Python, JavaScript, PHP… sim, as linguagens estão aqui, mas não sozinhas. Elas vêm acompanhadas de arquitetura, segurança, testes, inteligência artificial, acessibilidade, carreira, boas práticas e más experiências que viraram bons aprendizados. Tem código, claro. Mas também tem contexto. Porque ser dev hoje é muito mais do que saber onde abrir chaves — é saber onde abrir a mente.

E pra quem acha que palestra online é sinônimo de “deixa rolando enquanto respondo e-mail”, vale o aviso: aqui é tudo em tempo real, com interação, troca e provocação ao vivo.

Nada de monólogo de palco vazio. Cada palestrante traz seu repertório, seu bug de estimação, seu pull request filosófico.

Se você quer atualizar o repertório, repensar sua prática ou simplesmente ouvir gente boa falando de tecnologia com clareza e propósito — este é o lugar.

Acesse a programação com os dias e horários de cada atividade:

https://bit.ly/SouDevCon-Programacao_8e9_Agosto 



Abaixo detalhes de cada atividade

 

 

#Python

Python para além dos scripts: web, automação e IA

Nesta palestra, vamos acompanhar a jornada do Python — aquele que começou como uma linguagem para scripts despretensiosos e acabou dominando tudo, de planilhas a satélites. Vamos explorar como ele se tornou uma das linguagens mais versáteis do nosso tempo, abraçando com naturalidade áreas como ciência de dados, automação, web, inteligência artificial… e provavelmente até a máquina de café, se derem uma chance.

Mas nada de ficar só na conversa. Ao final, vamos pôr a mão no código com uma demonstração prática: a construção de uma API inteligente usando FastAPI e um modelo de IA simples — porque Python, afinal, é daquelas linguagens que falam pouco… mas fazem muito.

Guilherme Carvalho
Com mais de 9 anos de convivência íntima com o Python — aquela relação de amor, bugs e aprendizado constante —, ele se especializou na arte de criar APIs modernas com FastAPI, Django e Flask. Já foi tech lead, arquiteto de soluções e hoje atua como consultor, ajudando empresas a transformarem boas ideias em produtos robustos, escaláveis e prontos pra encarar o mundo real (também conhecido como produção). Além de codar, também ensina: é autor de formações na área e tem um entusiasmo quase suspeito por compartilhar conhecimento. Se código fosse uma saga, ele seria aquele mestre Jedi que prefere ensinar com clareza, mas não hesita em puxar o sabre de luz quando o deploy ameaça falhar.


#Python

O que tornou o Python Grande!

Python: de didática a dominante (sem perder a graça no caminho) Como é que uma linguagem pensada pra ensinar se tornou uma das mais poderosas do mundo da tecnologia? Nesta palestra, faremos um mergulho — com máscara, nadadeira e curiosidade — na história do Python: sua origem, suas escolhas técnicas e, claro, suas excentricidades bem resolvidas. Vamos olhar para o Python como o que ele realmente é: um raro caso de linguagem que equilibra clareza com poder, simplicidade com profundidade, e flexibilidade sem virar um samba de sintaxe maluco. Uma ferramenta moldada tanto pela pedagogia quanto pela prática, que foi evoluindo com o tempo sem perder o fio da meada — nem a graça de ser legível. Uma viagem por trás dos parênteses, dos PEPs e das decisões que fizeram do Python não só uma linguagem, mas quase uma filosofia de código.

 

#Python

Orientação a Objetos além do CRUD

Python avançado com arte (ASCII, mas ainda assim arte) Nesta palestra ao vivo, com código na tela e ideias fora da caixa, vamos explorar um projeto nada convencional: um framework para gerar imagens em ASCII Art — porque nem só de CRUDs vive o desenvolvedor. A proposta é usar o inusitado como desculpa para praticar o avançado: métodos especiais, sobrecarga de operadores, subclasses virtuais, fábricas de classes e outras delicadezas do Python que, embora estejam lá, quase nunca são convidadas para os projetos do dia a dia. É um estudo “mão na massa” onde o objetivo não é só desenhar com caracteres, mas revelar como o Python, quando bem explorado, oferece um leque de possibilidades que vai muito além do que a maioria dos frameworks ousa imaginar. Tudo isso com boas práticas de orientação a objetos, sem perder o charme nem a clareza. Afinal, se é pra aprender Python avançado… que seja com estilo. E asteriscos.

 

João Bueno

Daqueles que falam Python como quem fala a própria língua — e não é força de expressão: são mais de 20 anos de fluência na linguagem, tempo suficiente pra ver o print mudar de sintaxe, frameworks nascerem e sumirem, e o PEP se tornar quase um gênero literário. Trabalhou em indústrias dos mais variados domínios, sempre com um olhar apurado para arquitetura de sistemas e uma vontade incansável de entender — e melhorar — tudo que roda por baixo dos panos. Contribuidor ativo do universo Open Source, acompanhou de perto a evolução do Python, não como espectador, mas como quem ajudou a empurrar a carroça enquanto ela virava nave. Se código é conversa com a máquina, João é daqueles que sabe falar baixo, claro e direto — e a máquina escuta.


#Python

Rodando Python em uma Plaquinha

Python em tamanho micro (mas com ideias grandes) Nesta palestra, vamos apresentar o MicroPython — a prova de que o Python não vive só em notebooks e servidores. Ele também cabe em microcontroladores, consome pouco e ainda faz bonito. O exemplo da vez será a placa Raspberry Pi Pico W 2, onde sensores e displays ganham vida com alguns scripts enxutos e muita criatividade. A proposta é mostrar que, mesmo com recursos limitados, dá pra fazer muito — e fazer bem — usando a linguagem que você já conhece, só que agora em versão compacta. É Python no hardware, sem complicação e sem perder a elegância. Porque, convenhamos, se até uma placa minúscula consegue rodar Python… por que o seu projeto ainda não consegue?

 

Daniel Quadros

Daniel Quadros é Engenheiro Eletrônico formado pela Poli-USP, mas sua relação com a tecnologia vai além do diploma — é curiosidade em tempo integral. Atua no desenvolvimento de software, mas não nega uma boa brincadeira com eletrônica, microcontroladores, retrocomputação e sistemas embarcados, principalmente quando pode apertar um botão e ver alguma luz piscando. É sócio fundador do Garoa Hacker Clube, onde transforma café e curiosidade em projetos que oscilam entre o útil, o experimental e o absolutamente genial. Compartilha suas aventuras técnicas — e desventuras também — no blog dqsoft.blogspot.com e no canal DQSoft no YouTube, onde ensina, desmonta e remonta, sempre com aquela calma de quem já viu um capacitor explodir… e achou interessante.


#Python

Sobrecarga de Operadores em Python: Algoritmos de Operações Numéricas com Vetores e Matrizes.

Operadores, vetores e um pouco de poesia matemática em Python: Em algoritmos numéricos, o que mais aparece — além de números — são repetições. Laços for que se arrastam, códigos que se duplicam, e a lógica que, de tão soterrada, às vezes esquece o que estava fazendo ali. Mas em Python, felizmente, esse impasse pode ser resolvido com elegância: sobrecarregando operadores e devolvendo clareza ao caos. Nesta palestra, criamos uma classe Vector, herdando as virtudes da clássica list, mas com um toque de comportamento sofisticado. Ao redefinir métodos como __add__, fazemos com que o Python entenda que a + b entre vetores não é só uma soma — é um convite à leitura intuitiva. Estendemos o conceito para __sub__, __mul__, __truediv__ e outras operações, compondo um vocabulário geométrico onde o código quase imita a matemática escrita. Como todo bom vetor merece companhia, introduzimos também uma classe Matrix, sobrecarregando os mesmos operadores e permitindo interações mistas entre vetores e matrizes — tudo em nome da expressividade. Projeções, complementos, transformações geométricas… tudo isso escrito de forma “fechada”, como quem transcreve fórmulas direto da lousa para o terminal. Pra fechar, mostramos aplicações práticas com geração de gráficos SVG e código TiKZ/LaTeX — porque se a matemática é bela, nada mais justo do que deixá-la visível.

 

Ole Peter Smith (O Dinamarquês)

Quando a Dinamarca encontrou Goiás e o resultado foi… matemática | Ele é dinamarquês por origem, matemático por formação e professor por vocação. Mestre em Engenharia com especialização em Matemática e Mecânica Analítica pelo Department of Mathematics da Technical University of Denmark (MAT, DTU), onde também concluiu seu PhD em Otimização Estrutural — o que é só uma forma elegante de dizer que ele entende mais de cálculo do que muita calculadora. Foi administrador de sistemas na mesma instituição, até que decidiu trocar o frio nórdico pelo calor de Iporá, Goiás — onde ensinou, coordenou e organizou a informática em praticamente todas as siglas locais: UEG, FAI e tudo mais que envolvesse alunos, computadores e uma boa equação. Desde 2009 é Professor Associado no Instituto de Matemática e Estatística da UFG, onde passeia com desenvoltura por áreas como Mecânica Quântica, Análise Numérica, Geometria Computacional e outras ciências onde os números se comportam — ou, pelo menos, tentam. Poliglota de linguagens, fala fluentemente Perl, PHP, Python, JavaScript, C/C++, LaTeX, TikZ e — dizem — até com computadores antigos. Quando não está ensinando, está escrevendo, desenhando equações, otimizando estruturas ou simplesmente atualizando seu website, que também é um pouco biblioteca, um pouco laboratório.


#Python

Python do Básico ao Avançado: Minha jornada pessoal

Python: do primeiro print() ao primeiro projeto com IA (e tudo no meio disso) Nesta palestra, Ramiro convida o público a percorrer os caminhos — e também alguns atalhos esburacados — da linguagem Python, desde os primeiros passos trôpegos até os saltos mais ousados em inteligência artificial. Mais do que uma exposição técnica, é um relato com alma de terminal: os desafios que travaram o código, os bugs que ensinaram mais do que muitos tutoriais, e as pequenas vitórias que surgiram quando tudo, enfim, rodou como esperado. Ao compartilhar sua trajetória com a linguagem, Ramiro revela como o Python se tornou mais do que uma ferramenta de trabalho — virou companheiro de carreira. Da sintaxe básica aos encantos da inteligência artificial, passando por análise de dados com Pandas e NumPy, desenvolvimento web com Django e Flask, programação orientada a objetos, bibliotecas como TensorFlow e Scikit-learn, o versátil LangChain e até o CMS Plone — Python sempre esteve lá, flexível, acessível e pronto para mais um desafio. A palestra revisita os fundamentos da linguagem, mas também aponta para as portas que ela abre: seja para o desenvolvimento de soluções robustas, para o pensamento computacional ou para uma nova forma de aprender e criar. É uma história feita de código, curiosidade e uma vontade teimosa de entender como tudo funciona. E, de vez em quando, fazer funcionar de primeira.

 

Ramiro Luz

Desenvolvedor Python por profissão e entusiasta por natureza, ele é movido por uma paixão certeira: compartilhar conhecimento e inspirar outras mentes a descobrirem o poder — e o charme — da linguagem. Ao longo da carreira, encarou projetos que vão de aplicações web a soluções em análise de dados e inteligência artificial, sempre com a curiosidade afiada e o terminal aberto. Atualmente, está mergulhado nas possibilidades do LangChain, explorando como criar agentes inteligentes que pensam, respondem e — com sorte — não quebram na primeira pergunta. Seu código é claro, seu entusiasmo é contagiante e sua missão é simples: mostrar que Python é muito mais que uma linguagem… é uma conversa em andamento com o futuro.


#Python

Faça seu computador de bordo para cubesats com o micropython

Nesta palestra, vamos provar que explorar o espaço não precisa começar pela NASA — pode muito bem começar por uma Raspberry Pi Pico e uma ideia bem alinhada com a gravidade. O tema aqui são os Cubesats, esses satélites do tamanho de uma caixinha de sapato, mas cheios de potencial — e o desafio: criar um computador de bordo funcional usando MicroPython, uma linguagem leve o bastante para voar. Entre simulações no WOKWI, programação enxuta e conceitos de sistemas embarcados, vamos construir, passo a passo, um programa de voo simples, sem mistério e com o charme que só um projeto de engenharia espacial caseira pode oferecer. Porque, no fim das contas, quem disse que PHP, Python e JavaScript são as únicas linguagens que podem levar você longe? Às vezes, é o MicroPython que te coloca em órbita.

Tópicos

  • O que são Cubesats
  • Micropython
  • Raspberry Pi Pico
  • Simulador WOKWI
  • Programa de vôo simples

 

Lázaro Camargo

Lazaro Aparecido Pires de Camargo – Possui graduação em Engenharia Elétrica/Eletrônica pela Universidade do Vale do Paraíba (1997). Doutorado e mestrado em Engenharia e Tecnologia Espaciais pelo INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (2018). Trabalha desde 1995 no INPE em diversas atividades com destaque em desenvolvimento de software para controle e aquisição de dados de radares para sensoriamento da Ionosfera. Atuou como docente da graduação na ETEP Faculdades em São José dos Campos entre 1999 e 2015. Atualmente atua na área de cargas úteis de nanosatélites e trabalha na Divisão de Pequenos Satélites – DIPST com ênfase em eletrônica e computação nos projetos de nanossatélites para as missões Nanomirax, BiomeSat e RaioSat.



 

#JavaScript

Criando sites reativos com JavaScript puro

Bibliotecas como React e Vue já são quase consenso no frontend moderno — tipo arroz com feijão, só que com hooks. Mas, no meio de tantos imports e componentes bonitinhos, fica a pergunta: o que, afinal, acontece por trás das cortinas virtuais? Nesta palestra, vamos tirar o chapéu de usuário e colocar o de mecânico: usando apenas JavaScript puro, vamos construir uma mini-versão do React pra entender, de verdade, como funciona o gerenciamento de estados, o tal do contexto e a mágica da montagem e desmontagem de componentes. Porque antes de confiar no React, é bom saber como ele pensa. Ou, pelo menos, como ele renderiza.

#JavaScript

Autenticação com JWT: tudo o que você sempre quis saber (e o que precisa mesmo saber)

Se segurança fosse só uma questão de senha forte, o mundo teria menos vazamentos e mais tranquilidade. Mas como a realidade insiste em ser mais complexa, nesta palestra você vai entender como o framework JOSE ajuda a garantir a integridade e a confidencialidade de informações entre serviços — e por que o famoso JWT é só a pontinha elegante de um protocolo cheio de camadas. Vamos desvendar o funcionamento do JWS e do JWE, entender o que acontece por baixo do token que você copia no debug com fé cega, e aprender como lidar com as tais chaves criptográficas sem transformar seu backend num alvo ambulante. Tudo isso com boas práticas para geração, uso e revogação de tokens — porque não basta assinar, é preciso saber quando invalidar. No fim das contas, é sobre saber autenticar sem complicar, e proteger sem paranoia. Porque segurança bem feita é aquela que ninguém percebe — exceto o invasor frustrado.

Vinícius Campitelli

Começou a programar aos 16 anos e nunca mais parou — não por falta de opção, mas porque a Web fisgou seu coração geek desde o primeiro hello, world!. De lá pra cá, já se envolveu em todo tipo de projeto: email marketing, automação de redes, e-commerce, cibersegurança e e-learning (onde, aliás, fundou uma startup e sobreviveu pra contar a história). Apaixonado por arquitetura de sistemas, boas práticas e segurança da informação, ele acredita que código bonito é aquele que não explode de madrugada. E se microframework fosse um esporte, ele estaria treinando pra Olimpíada.


#JavaScript

Construindo experiências de realidade virtual na Web com A-frame

A realidade virtual já está ao alcance do navegador — e criar mundos imersivos nunca foi tão simples. Nesta palestra, vamos explorar o A-Frame, um framework open source baseado em WebVR e WebXR que permite construir experiências 3D e VR usando apenas HTML e JavaScript. Mesmo sem experiência prévia com gráficos 3D, você vai descobrir como colocar cenas interativas no ar em minutos e como essa tecnologia pode ser aplicada em educação, entretenimento e mais.

Felipe do Espírito Santo

Professor, desenvolvedor web e voluntário da Mozilla — não necessariamente nessa ordem, mas sempre com café e curiosidade. Mestre em Ensino e Processos Formativos pela UNESP, graduado em Processamento de Dados pela FATEC-TQ e especialista em Gestão e Governança de TI, ele equilibra teoria, prática e comunidade como quem faz malabarismo com livros, código e gente. Atualmente dá aula na FATEC Indaiatuba e coordena tecnologia na Resilia Educação, onde tenta provar diariamente que inovação e educação podem, sim, andar de mãos dadas — desde que ninguém puxe a tomada. Participa da comunidade brasileira da Mozilla desde 2015, onde já foi Tech Speaker, Mozilla Rep e até membro do Mozilla Reps Council, o que é uma forma elegante de dizer que ele não só participa como ajuda a fazer acontecer. Em resumo: é daqueles que ensinam porque sabem, mas continuam aprendendo porque sabem que isso nunca acaba.


#JavaScript

10 anos de ServerFramework: o legado (e as lições) de um framework feito em casa

Entre escolhas quentes e mensagens frias: a história de um framework que nasceu da pressa (e ficou) – Escolher um framework nunca foi tarefa neutra. É como escolher o café da firma: todo mundo tem opinião, ninguém quer errar — e no fim, é isso que vai te manter acordado. Quando se trata da stack de um produto, então, a discussão costuma esquentar tanto quanto o deploy de sexta-feira. Agora misture uma comunidade JavaScript de 10 anos atrás, a urgência de melhorar a Developer Experience e a velocidade de uma startup com pressa — e o que você tem? O ServerFramework: um framework de mensageria com princípios de CDC, alta granularidade de eventos e aquele charme de quem nasceu pra resolver problemas antes que eles cheguem no log. Nesta talk, vamos falar sobre os trade-offs reais de uma decisão arquitetônica que, contra todas as probabilidades (e talvez contra algumas boas práticas da época), continua firme em produção até hoje. Da linha de código ao chão da infraestrutura, uma história sobre decisões que envelhecem bem — quando feitas na temperatura certa.

 

Lucas Weis Polesello

Atua como SRE e engenheiro backend sênior, lidando diariamente com sistemas orientados a eventos que trafegam algo em torno de 5 petabytes por mês — ou, como prefere dizer, muita coisa passando rápido com pouca margem pra erro. Mantém um framework interno robusto, daqueles que poucos veem, mas todos dependem. Agora, quer compartilhar um pouco dessa experiência com quem também gosta de código que escala, falha com dignidade e se recupera com elegância.
Mais pensamentos, causos e reflexões em: blog.lwpsoftwares.com/blog


#JavaScript

DDD na Vida Real com NestJS: Menos Teoria, Mais Código

Do “Hello, World” ao “Oi, Complexidade”: uma introdução prática ao DDD com NestJS. Se seu projeto Node.js parece uma república de estudantes — bagunçado, barulhento e cada um fazendo o que quer — talvez esteja na hora de conhecer o Domain-Driven Design, ou DDD para os íntimos. Nesta palestra, vamos mostrar que DDD não é uma sopa de letrinhas para impressionar o gerente, mas uma forma madura (e até elegante) de lidar com sistemas reais, com problemas reais, escritos por programadores… reais. Usando o NestJS como coadjuvante — aquele framework que parece ter lido o Clean Architecture antes de nascer — você vai aprender como estruturar diretórios, separar camadas e, quem diria, conversar com o time e com o negócio na mesma língua. Uma façanha que nem o Google Tradutor resolve.

Você vai ver:

  • O que é DDD (e por que ele não morde)

  • Como evitar aquele projeto em que cada arquivo parece um planeta solitário

  • Os personagens do DDD: Entidades, Value Objects, Aggregates e outros seres que não aparecem no LinkedIn

  • Como o NestJS ajuda a colocar ordem no galinheiro

  • Um exemplo real (simples, mas honesto) mostrando como tudo isso se junta sem dar nó

Traga sua curiosidade, suas dúvidas e, se possível, um projeto bagunçado para chamar de seu. Vai ser divertido, prometo. (Mas técnico também, pra ninguém dizer que não avisei.)

Tópicos:

  • O que é Domain-Driven Design (DDD)

  • Por que o DDD importa na prática

  • Introdução ao NestJS

  • Evoluindo um projeto simples com NestJS para aplicar DDD

  • Demonstração prática

  • Boas práticas e aprendizados

 

Marcelo Sartor

Desenvolvedor Full Stack Sênior — ou como a avó dele prefere dizer, “aquele que mexe com computador”. Com forte inclinação para o back-end (onde as coisas funcionam, mesmo que ninguém veja), ele se especializou em desenhar sistemas que não desmoronam na primeira sprint.

Transita com naturalidade por Java, Kotlin, Spring Boot, Node.js, NestJS e Vue.js — como quem troca de dialeto, mas sem perder o sotaque técnico. É entusiasta da Arquitetura Limpa, do Domain-Driven Design e de qualquer boa prática que não envolva mágica ou gambiarra.

Atua há anos em ambientes Agile e Cloud, ajudando times a transformar ideias nebulosas em sistemas escaláveis e compreensíveis — ou pelo menos documentados. Se fosse um arquiteto de verdade, seus prédios teriam fundação sólida, planta legível e nenhuma parede atravessando a porta.

Quer trocar uma ideia ou conferir mais do seu trabalho: Linkedin: marcelosartor73


#JavaScript

As 9 Regras do Object Calisthenics — com JavaScript e uma Pitada de Lógica

Nesta palestra, João Cândido de Souza Neto — direto de Varginha para os bastidores do Node.js — nos convida a uma jornada pelas 9 regras do Object Calisthenics, aplicadas de forma prática e bem-humorada ao universo JavaScript.

Esqueça o código bagunçado, os “ifs” preguiçosos e os métodos que fazem de tudo, menos o que prometem. João mostra que dá, sim, para escrever JavaScript limpo, coerente e com um rigor que nem o TypeScript desconfia. Tudo isso sem perder a graça — e sem abrir mão da lógica.

Com exemplos reais, reflexões afiadas e boas histórias de bastidores, ele apresenta como essas nove pequenas regras podem causar uma revolução silenciosa no seu código. Uma palestra para quem já cansou de apagar incêndio e quer construir software com base sólida, sem precisar virar um monge do Clean Code.

Prepare-se para:

  • Reaprender a escrever classes, métodos e condicionais.

  • Descobrir o que seu código diria se pudesse falar (spoiler: ele pediria ajuda).

  • Levar boas práticas pra casa e, quem sabe, aplicar já na próxima sprint.

Venha por curiosidade, fique pela clareza — e saia com vontade de reescrever aquele projeto antigo.

João Cândido

João Cândido de Souza Neto nasceu em Varginha, Minas Gerais — sim, aquela Varginha, famosa pelo ET e, agora, também por exportar programadores de outro planeta. Desde 1991, quando ainda se salvava código em fita cassete (com a esperança de que a fita não mastigasse), ele desenvolve sistemas com a mesma naturalidade com que outros fazem café. Atualmente mora em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, e atua como desenvolvedor backend na BRQ Digital, onde escreve APIs em Node.js e TypeScript com um rigor quase germânico — mas sem perder a leveza mineira. Já passou por grandes projetos no Grupo Boticário, Alchemy, Bluelab, Grupo Services, Contraktor, Siens e outros que dariam uma constelação inteira de experiências. Domina bancos de dados como quem recita poesias: Postgres, MongoDB, Firebase, SQL Server. Na nuvem, é um dos que sabem que AWS não é nome de banda indie. E quando falam de Kafka, ele não pensa no escritor. João descobriu cedo que podia mandar — e o computador obedecia. Desde então, nunca mais largou esse poder. Vem à sua palestra não pra alienar, mas pra inspirar: mostrar que JavaScript pode ser lógico, limpo e até elegante. E que programar, quando bem feito, é a mais humana das ciências exatas.


#JavaScript

Oficina: Criando Jogos com JavaScript Puro — Do Zero ao Clique!

Nesta oficina prática e divertida, vamos construir juntos um jogo simples e funcional com JavaScript puro, sem a necessidade de frameworks ou bibliotecas externas. A proposta é mostrar como conceitos básicos da programação web — como manipulação do DOM, eventos, estilos dinâmicos e lógica de jogo — podem se transformar em uma experiência interativa diretamente no navegador.

Durante a atividade, você aprenderá:
– Como posicionar elementos de forma dinâmica com JavaScript
– Como lidar com eventos de clique e tempo de resposta
– Como criar estilos visuais com CSS para jogos
– Como medir o desempenho do jogador com precisão

Ao final, cada participante terá um joguinho completo rodando no browser, pronto para personalizar e compartilhar. Ideal para quem está começando na programação web ou quer entender na prática como HTML, CSS e JavaScript se conectam.

 

Daniel Basconcello

Daniel Omar Basconcello Filho é pai da Maria e do Teo — e isso já diz bastante. Quando não está trocando fraldas (ou histórias), atua como engenheiro de software sênior na Swile Brasil, com uma sólida bagagem em arquitetura de sistemas e um entusiasmo declarado por tecnologias livres. Criador do projeto educacional “Robotizando”, onde robôs ganham vida a serviço da educação e da inclusão, Daniel defende a cultura livre com a mesma convicção com que defende bons cafés e código limpo: tudo deve ser compartilhado — inclusive o conhecimento. Palestrante em eventos como Latinoware, FISL e Campus Party, tem um pé nas interfaces homem-máquina, outro nas impressoras 3D, e os dois fincados nas comunidades de software livre, onde colabora com a mesma dedicação de quem sabe que ensinar também é uma forma de programar o futuro.


#JavaScript

Automação Inteligente no Agro com ESP32 e React Native — ou como irrigar seu milharal com um toque no celular — e um Machado que entende de tecnologia

Num tempo em que até o espantalho já pede Wi-Fi, o campo resolveu se atualizar — e com estilo. Nesta palestra, Felipe Machado de Oliveira Moreira mostra que automação no agro não é só papo de multinacional com drone: é possível, sim, montar um sistema de irrigação esperto usando um ESP32 (aquele microcontrolador que parece pequeno, mas pensa grande) e um aplicativo feito em React Native (porque, convenhamos, o agricultor moderno também tem smartphone no bolso da jardineira).

Com um raciocínio afiado como seu sobrenome, Machado conduz o público do grão ao código — ou melhor, do sensor ao app — passando por eletrônica básica, lógica embarcada e a comunicação entre o que está debaixo da terra e o que está na nuvem (a digital, claro). E no final? Uma demonstração prática, com bits fluindo e água jorrando. Literalmente.

Tudo isso num papo leve, direto e conectado com o futuro que já chegou: o da agricultura que pensa antes de molhar.

Tópicos de quem planta conhecimento pra colher inovação:

  • Como o agro virou high-tech sem perder a raiz
  • O ESP32 e seu papel de maestro das coisas inteligentes
  • Esquema eletrônico sem mistério (nem curto)
  • Um app que conversa com o campo — via React Native
  • Lógica embarcada: o cérebro do sistema
  • Comunicação sem grito: app e ESP32 se entendendo
  • E a estrela da festa: a irrigação funcionando ao vivo
  • Aplicações futuras — porque o agro não para. E nem deve.

 

Felipe Machado

Felipe Machado de Oliveira Moreira – Front-end até o último pixel — e ainda sobra um pouco para o café. Felipe é daqueles desenvolvedores que enxergam no código não só uma solução, mas uma forma de arte. Navega com fluência por React, Vue.js e React Native, transformando ideias em interfaces leves, responsivas e que não travam nem no celular da avó.

Já deixou sua marca em projetos robustos e exigentes, atuando para gigantes como Edenred, Volvo e Neogrid — sempre com o trio inseparável: performance, escalabilidade e usabilidade. É especialista em automação e integração de sistemas, mas seu verdadeiro superpoder é simplificar o complexo sem perder a elegância.

Nas horas vagas, entre um commit e outro, deixa rastros de talento no GitHub e reflexões bem alinhadas no LinkedIn.

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#JavaScript

JavaScript Funcional: além do map, filter e reduce

Apesar de ser uma linguagem multiparadigma, o JavaScript carrega muitas influências da programação funcional. Aqui vamos além dos utilitários comuns (map, filter e reduce, por exemplo) para entender como composição de funções, imutabilidade, currying e estruturas funcionais ajudam a escrever código mais previsível, testável e reutilizável. Vamos também comparar abordagens imperativas e funcionais para resolver o mesmo problema, mostrando os benefícios práticos desse paradigma em projetos reais.

Tópicos:

  • Introdução à Programação Funcional no JavaScript
  • Funções como Cidadãos de Primeira Classe
  • Currying e Composição de Funções
  • Imutabilidade e Pureza
  • Monads e Containers Funcionais: o que são e para que servem?
  • Aplicações Práticas e Reais

 

#JavaScript

Promises, Assincronia e os Buracos Negros do JavaScript Moderno

JavaScript é single-threaded, mas consegue lidar com operações assíncronas com elegância — se você entender como o event loop, as promises, as microtasks e o async/await realmente funcionam. Esta palestra desmistifica o comportamento assíncrono do JS com analogias visuais e exemplos práticos, além de alertar sobre os principais erros de design assíncrono que causam lentidão, race conditions e comportamentos inesperados.

 

Tópicos:

  • A Natureza Assíncrona do JavaScript
  • Callbacks e o Callback Hell
  • Promises: a ponte entre caos e clareza
  • Entendendo async/await
  • Microtasks vs Macrotasks: as filas escondidas do JS
  • Boas práticas e armadilhas comuns

 

Léo Sobral

Iniciou sua trajetória no mundo da programação em 2014, por meio de um curso técnico, e desde então conquistou alguns trabalhos como freelancer. Em 2017, ingressou na faculdade de Análise de Sistemas e obteve um estágio que impulsionou sua carreira. Desde então, teve contato com diversas tecnologias, como PHP, Laravel, TypeScript, JavaScript, C++, e até Clojure. Atuou em agências de publicidade, bancos digitais e sites de conteúdo adulto. Atualmente, é professor na Etec JK, em Diadema, engenheiro de software na PagBank, consultor de banco de dados e escritor contemplado pela Lei de Fomento à Cultura PNAB. Apaixonado por cinema e literatura, acredita que uma vida diversa é uma vida completa.

 


 

#PHP

Evolução em código: algoritmos genéticos com PHP

Nesta palestra, a proposta é simples — e ousada: mostrar que algoritmos genéticos, normalmente vistos em ambientes acadêmicos ou linguagens “mais científicas”, também podem ser escritos em PHP. Isso mesmo. PHP, aquele velho conhecido do backend web, agora metido a resolver problemas não polinomiais com elegância (ou quase isso). Vamos explorar como esses algoritmos, inspirados na teoria da evolução, podem ser implementados para encontrar soluções inteligentes onde a lógica tradicional tropeça. Porque, às vezes, deixar o código “evoluir” é melhor do que tentar forçar um if onde só cabe mutação.

#PHP

Dos requisitos ao código: como criar código rastreável em PHP

PHP que pensa antes de agir (e testa antes de quebrar): nesta palestra, vamos mostrar que sim, é possível — e recomendável — escrever código PHP a partir de requisitos claros, legíveis e, por que não, quase humanos. A proposta é apresentar uma stack que transforma esses requisitos em testes automatizados, que por sua vez orientam o desenvolvimento do código. Como um GPS, mas que não recalcula rota depois do deploy. Com o framework Laminas como base — uma verdadeira caixa de ferramentas para aplicações web — e a integração com o Behat, mostramos como o desenvolvimento orientado a comportamento (BDD) pode ser feito com PHP de forma elegante, previsível e sem surpresas desagradáveis no push. No fim, é quase poesia: requisitos viram testes, testes viram código, e o código… funciona. Milagre? Não. Só boas práticas.

Flávio Lisboa

Doutor e mestre em Tecnologia e Sociedade pela UTFPR, ele é daqueles que leva a tecnologia a sério — e a sociedade também. Bacharel em Ciência da Computação, com especialização em Programação Orientada a Objetos e Tecnologia Java, resolveu não apenas aprender a linguagem das máquinas, mas também entender o que elas estão fazendo com a gente. Carrega no currículo três certificações Zend — PHP Certified Engineer, Zend Framework Certified Engineer e Zend Framework 2 Certified Architect — e na prateleira, nove livros publicados sobre PHP com frameworks, provando que escrever código é bom, mas escrever sobre código também pode dar orgulho (e algum trabalho). Analista no Serviço Federal de Processamento de Dados, SERPRO, e professor no Centro Paula Souza, divide seu tempo entre sistemas sérios e alunos curiosos. E, entre uma linha de código e outra, mostra que o difícil não é ensinar PHP — é resistir à tentação de reescrever tudo com mais elegância.


#PHP

Reconhecimento de padrões usando redes neurais e OpenCV com PHP no Debian GNU/Linux
OU
O dia em que o PHP conheceu a inteligência artificial (e eles se deram bem)

Nesta palestra, vamos atravessar o campo minado das suposições tecnológicas — aquela ideia de que só certas linguagens “nascem” para inteligência artificial. Com um pé no Linux e outro na coragem, mostramos que o PHP também pode brincar no parque das redes neurais. O segredo? Um pouco de OpenCV, a biblioteca FANN (que de fã só tem o nome) e o velho jeitinho brasileiro de configurar tudo no Debian GNU/Linux sem perder a fé — nem a linha de comando. Você vai ver que não precisa ser gênio da computação para colocar uma máquina pra reconhecer rostos. Basta juntar PHP, AI e um pouco de teimosia. Afinal, se até o Linux aprende, por que o PHP não poderia ensinar?

Tópicos

 

  • PHP
  • Linux
  • Opencv
  • Inteligência Artificial
  • Fann

 

 

Wellton Costa

Professor na UTFPR — onde ensina tecnologia com mais entusiasmo que um script rodando sem erro na primeira tentativa. Especialista em desenvolvimento web back-end, com foco em inteligência artificial e aplicações web que fazem até o PHP parecer moderno (e ele consegue!). Transita com desenvoltura entre o reconhecimento facial e os sinais cerebrais via EEG, sempre com um teclado em Python e os dois pés no mundo do software livre. Entusiasta do open source e defensor dos servidores Debian, acredita que nada é impossível — apenas mal configurado.


#PHP

PHP como arma secreta para Micro-SaaS

Micro-SaaS com PHP: menos usuários, mais controle (e sem precisar de um unicórnio) Micro-SaaS não é sobre conquistar o mundo — é sobre resolver um pedaço dele com inteligência, agilidade e lucro que faz sentido. E, por mais que muita gente torça o nariz, o PHP continua sendo uma das ferramentas mais poderosas (e injustamente subestimadas) pra transformar essas ideias enxutas em produtos de verdade. Nesta palestra, Leonardo Tumadjian mostra como criar, manter e escalar aplicações SaaS usando o Nano, um framework moderno do ecossistema Hyperf, combinando arquitetura bem pensada, modularização e automação com o poder do Swoole para assincronismo e desempenho. É uma conversa franca e prática sobre como equilibrar qualidade, custo e eficiência — especialmente quando você é founder, dev, suporte, marketing e, às vezes, o próprio cliente-teste. Se você quer lançar um SaaS leve, performático e de baixo custo, mas com maturidade de gente grande, esta palestra é pra você. Porque, no fim das contas, nem todo sucesso precisa vir com bilhões — às vezes, basta rodar liso, escalar bem e pagar as contas no fim do mês.

Leonardo Tumadjian

Já fez de tudo um pouco — e quase tudo ao mesmo tempo. Líder de desenvolvimento, arquiteto de software, desenvolvedor web, palestrante, professor, Zend Certified PHP Engineer e pós-graduado em Engenharia Web, ele está no mundo do PHP desde 2009, quando muitos ainda confundiam echo com grito. É entusiasta de projetos inovadores e experimentos em desenvolvimento de software, daqueles que acreditam que boas ideias precisam de boas práticas — e que código limpo não é luxo, é higiene. Com ampla experiência em liderança técnica, Leonardo domina as manhas da arquitetura de software, design de código, clean code, devops, CI/CD, testes automatizados, programação funcional e orientada a objetos — tudo isso sem perder o bom humor (nem os prazos). Se o software fosse uma casa, ele seria o arquiteto que pensa na fundação, mas também no conforto do morador e na porta que não range. E se a palestra dele estiver no cronograma… bom, é melhor não perder.


#PHP

PHP na Amazônia: Soluções Tecnológicas para uma Educação Pública Mais Eficiente
(ou: quando o backend chega antes do barco)

Nesta palestra, você vai conhecer histórias reais de como o PHP — sim, aquele mesmo que muita gente já quis aposentar — está ajudando a transformar a educação pública no coração da Amazônia. De sistemas que chegam às salas de aula de mais de mil escolas a plataformas que orientam decisões estratégicas nas secretarias de educação, passando por soluções acessíveis ao cidadão comum: tudo rodando com eficiência, reconhecimento nacional e, acredite, sem precisar de servidor flutuante.São cases premiados, todos desenvolvidos com PHP, provando que o código certo no lugar certo faz mais pela educação do que muitos discursos. Aqui, o protagonismo não é da linguagem, mas do impacto. E o que parece milagre, na verdade, é só tecnologia usada com propósito. Se você ainda acha que PHP é coisa do passado, talvez esteja apenas longe demais dos rios certos.

 

Domingos Coelho

Domingos Manoel Oran Barros Coelho Júnior – Domingos Coelho é um desenvolvedor com 20 anos de experiência, apaixonado por soluções escaláveis e eficientes. Atualmente, trabalha projetando sistemas com arquiteturas resilientes para aplicações modernas. Gosta de compartilhar conhecimento sobre boas práticas e desenvolvimento sustentável. Já contribuiu para a comunidade com palestras e conteúdos sobre Clean Code aplicada ao PHP. Quando não está codando, está estudando as últimas tendências tecnológicas ou discutindo Star Wars em podcasts e programas online.
https://www.instagram.com/domingoscoelhojr/


#PHP

Livewire: quando o Laravel resolve ser dinâmico sem precisar de um diploma em JavaScript

Nesta apresentação, será mostrado o Livewire, um framework full-stack para Laravel que parece ter sido criado por alguém que pensou: “E se a gente fizesse coisas modernas… sem complicar a vida do dev?” Com foco em simplicidade e eficiência, o Livewire permite criar interfaces dinâmicas sem escrever uma linha de JavaScript — e sem sentir que está faltando algo. Tudo funciona a partir de componentes reativos integrados ao Blade, onde o DOM é manipulado com requisições AJAX por trás dos panos, e os dados são sincronizados em tempo real — como mágica, só que com php artisan. A ideia aqui é mostrar o que o Livewire faz, como faz e por que faz tão bem: desde a construção dos componentes até os fluxos que tornam a interface interativa sem precisar abrir o navegador no modo “inspecionar desespero”. Ideal para quem quer produtividade com elegância, ou precisa tirar um MVP do papel sem perder noites de sono com JavaScript.

 

Lucas Lion

Lucas Lion da Silva Valença: Atua como analista de sistemas júnior na NETRA, prestando serviços para um órgão estadual. Está no mercado de tecnologia há três anos, tendo iniciado sua carreira como analista de sistemas em abril de 2024, com destaque por seu conhecimento fullstack. Antes disso, trabalhou por dois anos em outro órgão do estado como suporte técnico, período em que também aprimorou suas habilidades como analista, desenvolvendo aplicações para facilitar o dia a dia dos usuários. Atualmente, está cursando o penúltimo semestre de Análise e Desenvolvimento de Sistemas e dando continuidade ao seu treinamento no programa Fullcycle. É apaixonado por PHP — a linguagem que, segundo ele, abriu as primeiras portas na área da programação.

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#PHP

Testar pode ser bonito, sim — e o PestPHP prova isso

Nesta palestra, Paulo Real propõe uma pequena revolução silenciosa: transformar testes automatizados em algo que dá gosto de escrever — ou, ao menos, não dá vontade de evitar. Com o PestPHP, uma ferramenta moderna, fluida e menos verbosa do que o PHP costuma permitir, escrever testes ganha clareza, ritmo e até uma certa poesia sintática. Paulo parte do início — instalação, configuração e primeiros testes — mas rapidamente leva a audiência por caminhos mais sofisticados: grupos de testes, hooks, paralelismo, TDD, integração com CI/CD e dicas valiosas para não transformar o seu test em um novo try/catch existencial. Além do comparativo com ferramentas como PHPUnit, ele mostra por que o PestPHP tem ganhado espaço entre quem preza por legibilidade, agilidade e código que passa de primeira. Ou, pelo menos, falha de um jeito educado. Com demonstrações práticas, exemplos reais e um punhado de boas práticas na mochila, a palestra mostra que testar bem não é só uma questão de técnica — é uma escolha de maturidade. E que, com as ferramentas certas, até o teste pode ter um final feliz.

#PHP

Proteja seu código como se ele valesse uma senha de banco

Segurança, dizem, é igual a seguro de carro: ninguém gosta de pensar nisso, mas quando precisa… é porque já deu ruim. Nesta palestra, vamos direto ao ponto: como proteger aplicações PHP contra as vulnerabilidades mais comuns — antes que alguém, com más intenções e bons scripts, descubra que você não protegeu. O papo começa com os fundamentos, porque não adianta criptografar senhas se o login.php ainda aceita ' OR 1=1 --. Passamos pelo OWASP Top 10, com uma visita guiada ao lado escuro da força — aquele onde vivem a injeção de SQL, os ataques XSS, o famigerado CSRF e outras criaturas digitais que se alimentam de descuido. A jornada segue com práticas seguras de autenticação, proteção contra uploads traiçoeiros (porque nem todo .jpg é só uma imagem), segurança de sessão, controle de APIs e até boas práticas para configurar o servidor — porque não basta escrever código seguro, é preciso impedir que o servidor diga “entra que a casa é sua”. Com linguagem acessível, exemplos práticos e bom senso em cada comando, a palestra mostra como escrever código PHP que funciona e continua funcionando mesmo depois que o ataque começa. No fim, a missão é simples (mas não fácil): ajudar você a detectar e corrigir falhas antes que virem manchete — ou pior, planilha de incidente.

 

Paulo Real

É apaixonado por tecnologia e atua como desenvolvedor há 18 anos, sendo os últimos cinco como Tech Lead, com foco em PHP e Go. Ao longo da carreira, desenvolveu soluções em diversas áreas, incluindo dashboards dinâmicos de métricas, chatbots inovadores, plataformas robustas de e-commerce e sistemas completos de gestão financeira e faturamento. Atualmente reside em Portugal e trabalha em uma empresa de AdServing, onde lidera um projeto que processa cerca de 40 bilhões de requisições por dia. Seu foco está sempre na criação de soluções escaláveis, eficientes e que gerem impacto real nos negócios.


#PHP

Laravel em jogo: os bastidores de uma plataforma open-source de xadrez

Organizar torneios de xadrez pode ser um desafio de estratégia — e não estamos falando do xeque-mate, mas da logística. O XadrezSuíço é uma plataforma criada exatamente para isso: auxiliar na organização de eventos enxadrísticos, com precisão suíça e código aberto. Desenvolvida em PHP com Laravel, a ferramenta nasceu em 2019 e vem sendo refinada com a mesma paciência de quem pensa três lances à frente. E é sobre essa trajetória — de pull requests a partidas simultâneas — que João Paulo vai falar: os bastidores, os acertos, os bugs que deram xeque e os commits que salvaram a partida. Afinal, desenvolver um projeto open-source é como jogar contra vários oponentes ao mesmo tempo — só que, às vezes, o relógio também dá merge conflict.

 

João Paulo Polles

João Paulo é Tech Team Lead na SISMETRO, com uma trajetória que passa por diversos projetos na iniciativa privada e no setor público. É o desenvolvedor e mantenedor do Projeto XadrezSuíço, uma plataforma open-source com soluções voltadas à organização de eventos de xadrez — onde estratégia e tecnologia jogam lado a lado. Formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Centro Universitário Univel, também concluiu um MBA em Gestão de Projetos pela mesma instituição. Além da atuação técnica, já compartilhou conhecimento como professor no curso de desenvolvimento de sistemas do Instituto SISMETRO. Seu trabalho une precisão de código, visão estratégica e uma boa dose de espírito colaborativo — com as credenciais bem organizadas no LinkedIn: linkedin.com/in/jppcel


#PHP

Estratégias para Diagnosticar e Resolver Problemas em Aplicações PHP

Nem todo problema dá sinais claros. Alguns se escondem em comportamentos inesperados, outros aparecem só depois de uma sequência específica de ações. Nesta palestra, Luciano Palhares Rosa compartilha técnicas práticas e experiências acumuladas em anos de trabalho com sustentação de sistemas PHP — e mostra que diagnosticar falhas é uma arte que exige método, sensibilidade e boas ferramentas. Combinando observação estratégica e recursos como var_dump, Xdebug, Ray e análise inteligente de logs, ele apresenta uma abordagem que transforma o processo de identificação de falhas em algo menos aleatório — e mais eficiente. Uma jornada técnica que mostra como a manutenção pode ser um exercício de precisão e não de sorte. Perfeita para quem atua na evolução de sistemas e quer aprimorar o raciocínio por trás do diagnóstico técnico.

Tópicos

  • Entendendo o terreno antes de pisar
  • Caçando bugs: técnicas práticas
  • Lidando com problemas complexos
  • Boas práticas que evitam dores de cabeça futuras

 

Luciano Palhares Rosa

Desenvolvedor — daqueles que, se não resolvem tudo com PHP, ao menos organizam o caos com classe. Com mais de dez anos de experiência no currículo (e alguns no GitHub), especializou-se em dar vida longa a sistemas: sustentando os antigos com paciência franciscana e criando novos com entusiasmo de principiante.

Seu território é vasto: APIs REST, e-commerces, plataformas de ensino a distância e redirecionamento de encomendas (porque até pacotes merecem um plano B). Já participou de projetos que iam de controle de acesso a fintechs, de avaliações educacionais a ferramentas para psicologia — sempre com PHP, Laravel, Vue.js e bancos de dados relacionais na mala. Domina também AWS, Docker e sabe que observabilidade não é uma virtude, mas uma necessidade.

Nas horas vagas — que ele insiste em ocupar — toca o canal Alquimia da Web, onde transforma experiências de programação em tutoriais sobre Flutter, Laravel e desenvolvimento web. E para quem quer aprender inglês enquanto decifra códigos, criou um segundo canal, Palharez, onde o “Hello, world!” vem com vocabulário técnico e pronúncia afiada.

Ah, e para quem quiser bater um papo mais profissional (ou só espionar o feed), ele está no LinkedIn, onde, entre uma conexão e outra, compartilha suas andanças pelo mundo do software.

📌  LinkedIn
📌 Canais no Youtube:  AlquimiaPalhares

 


 

#Comportamento #softskills

Boas Práticas em Code Review

Esta palestra aborda as melhores práticas para a realização de revisões de código (Code Review), um processo essencial para garantir a qualidade do software. Discutiremos a importância do Code Review, os objetivos que ele busca alcançar, e as responsabilidades tanto do autor quanto do revisor. A palestra também fornecerá dicas práticas para tornar o processo mais eficiente e menos desgastante, promovendo uma cultura de colaboração e melhoria contínua dentro das equipes de desenvolvimento.

Tópicos

  • Introdução ao Code Review
  • Importância do Code Review na Engenharia de Software
  • Objetivos do Code Review
  • Responsabilidades do Autor ao Submeter Código
  • Responsabilidades do Revisor ao Revisar Código
  • Comunicação Eficaz Durante o Code Review
  • Exemplos Práticos
  • Dicas para Melhorar o Processo de Code Review
  • Ferramentas e Recursos Úteis para Code Review

Douglas Nassif
Engenheiro de software apaixonado por tecnologia e pela arte de desenvolver software. Sou formado em Tecnologia em Sistemas para Internet na UTFPR e desde 2010 estou nessa jornada de desenvolvimento de software. Ao longo da minha carreira, explorei uma ampla variedade de tecnologias em diversas áreas, incluindo backend, frontend, mobile e sistemas embarcados. Nos últimos anos, tenho me concentrado especialmente em JavaScript/TypeScript, React, React Native e NodeJS. Durante esse tempo, também me envolvi na criação e manutenção de alguns pacotes open source no GitHub, onde dedico boa parte do meu tempo livre. Atualmente, ocupo o cargo de Staff Software Development Engineer na DB1, onde lidero equipes em projetos que abrangem desde fintechs até sistemas especializados para agricultura de precisão.
https://linktr.ee/douglas.junior


#Comportamento #softskills

Humanizando o Dev: Por que a IA Nunca Vai Substituir o que Torna Você Único? (ou: quando o algoritmo aprende rápido, mas ainda não sonha)

Em tempos de algoritmos que já escrevem e corrigem código melhor do que muito dev júnior (e até alguns seniores distraídos), sobra a pergunta que ninguém quer debugar: será que um dia a IA vai me substituir?

Nesta palestra instigante, Humberto Massareto convida os programadores — esses seres que conversam mais com o terminal do que com vizinhos — a redescobrirem aquilo que nenhuma inteligência artificial consegue replicar: a centelha humana por trás do if, o olhar criativo por trás do while, e a intuição que enxerga bugs onde o sistema jura que não há erro.

Vamos falar sobre o medo mudo da substituição, o paradoxo da produtividade infinita e as promessas sedutoras da IA, que automatiza tudo — menos o que importa. Porque, por mais que ela aprenda rápido, ainda não sabe sentir. E muito menos sabe decidir com ética, contexto ou aquele friozinho no estômago que só o humano carrega ao colocar um projeto em produção na sexta-feira. Entre exemplos, metáforas e boas risadas, vamos nos reconectar com o “código-fonte humano” — aquele que compila com propósito, que tem bugs, sim, mas também tem originalidade, empatia e aquele senso de humor que nenhum chatbot decente se atreveria a replicar. É uma conversa para lembrar que, no fim, o que torna seu trabalho valioso não é só o que você faz… mas o jeito único com que você faz.

Tópicos:

A Era da Substituição

  • IA generativa e suas promessas.
  • O medo silencioso.
  • O paradoxo da produtividade infinita.

O Que a IA Ainda Não Consegue Fazer

  • Criatividade autêntica
  • Empatia e intuição
  • Tomada de decisão ética
  • Contexto cultural e nuances

Seu Código Interno: O que torna você insubstituível

  • A metáfora do “código-fonte humano”.
  • Originalidade e valor em um mundo padronizado.
  • Reencontro com o propósito: pelo que você é pago?

 

Humberto Massareto

Humberto Massareto coleciona títulos acadêmicos como quem coleciona boas histórias — e não por vaidade, mas por convicção de que aprender (e ensinar) é um projeto sem linha de chegada. Mestrado em Gestão da Educação Profissional Tecnológica? Tem. Mestrado internacional em Criatividade & Inovação? Também. MBA em Gestão da Tecnologia Educacional, especializações em PNL, inovação e um bacharelado em Comunicação Social completam o pacote — ou o currículo, como chamam por aí. Passou 25 anos em grandes agências de publicidade nacionais e multinacionais, onde aprendeu que boas ideias não surgem só do briefing, mas da vida. Desde 1982, atua como professor em cursos de graduação, pós, MBA e mestrado, sem nunca perder o hábito de provocar perguntas antes de dar respostas. É sócio-diretor da K01 Capital Intelectual desde 2002 e da Mind21 desde 2020, onde transforma conhecimento em ação e teoria em ferramenta. Dá palestras, treinamentos e workshops sobre temas como Criatividade & Inovação, Design Thinking, Gamificação, Storytelling, Media Training, Transformação Digital, Comunicação Assertiva, Gestão do Tempo, Economia Criativa e até sobre como não se perder no meio de tudo isso. Autor de 8 livros, 2 DVDs e incontáveis ideias, espalhadas em revistas, jornais, sites e, claro, no entusiasmo de quem acredita que o pensamento pode — e deve — ser criativo, mesmo dentro dos prazos.


#Comportamento #softskills

Tudo o que você não aprendeu sobre Programação

Enquanto todo mundo finge que está programando, o mercado finge que acredita. Estamos vivendo a era da vibe coding — onde o importante não é saber o que faz, mas fazer bonito no GitHub e postar no LinkedIn com filtro retrô. Entre um Ctrl+C e um Ctrl+V bem dado, a tal “geração copy-paste” vai moldando um cenário onde programação, aquela de verdade, anda sumida como update em sistema legado.

Mas, afinal, o que é programar? E o que deixamos pelo caminho enquanto corríamos atrás de frameworks com nomes de sobremesa ou de promessas de produtividade que cabem em um prompt de comando?

Nesta palestra, Er Galvão Abbott nos convida a revisitar os fundamentos, refletir sobre o rumo da profissão e investigar se a culpa é mesmo da IA ou só estamos delegando até o bom senso. Entre uma provocação e outra, sobra até um espaço pra futurologia: o que será de nós, programadores, quando até os erros forem gerados por algoritmo?

Spoiler: ainda dá tempo de reaprender o que a pressa desaprendeu.

Tópicos:

  • A Programação
  • O Mercado
  • A Inteligência Artificial

 

Er Galvão Abbott

Com três décadas de TI nas costas (e nenhuma hérnia declarada), Galvão já programava quando o mouse ainda tinha bolinha. São mais de 25 anos como programador, mais de 20 como professor e palestrante, e tanto tempo como consultor que é mais fácil contar em eras geológicas. Natural de Porto Alegre, carrega no código o rigor de um engenheiro e, no tempero, uma pitada de chimarrão quente — daqueles que não esfria nem sob ataque DDoS. Engenheiro de Software Sênior e Tech Lead de profissão, Professor de Pós-Graduação por vocação (e por teimosia), Diretor da SouDevCon, ConFLOSS e PHP Conference Brasil por insistência coletiva. É evangelista do PHP, devoto do Laminas Project e, como se não bastasse, o primeiro brasileiro a virar Postman Supernova — um título que parece de ficção científica, mas veio com selo azul e tudo. Apaixonado por Backend, APIs, Qualidade, Segurança e Software Livre, ele é o tipo de sujeito que não só escreve código como se tivesse alma — mas exige que a alma venha tipada, versionada e coberta por 100% de testes.

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PAINEL DE ENCERRAMENTO + SORTEIOS
Linguagem de Programação: Concorrência, colaboração e Mercado

Fechando a SouDevCon com chave de código, reunimos um time especial de palestrantes convidados para um painel ao vivo — direto, provocador e com aquele clima de despedida que mais parece um repositório aberto: todo mundo participa.

📌 Concorrência entre ecossistemas ou colaboração entre comunidades?
📌 Qual o real impacto de cada linguagem no mercado de trabalho?
📌 O que está por vir nos próximos anos — hype, tendência ou transformação?

Python, PHP, JavaScript e outras linguagens sobem ao palco (virtual) para um debate sem bugs, mas com muita provocação inteligente.

Prepare-se para insights, opiniões complementares e algumas divergências que só aumentam o aprendizado.

📅 Será a última atividade do evento — o gran finale da SouDevCon.
🎁 E sim, teremos sorteios exclusivos para quem estiver presente na transmissão.
💻 Ao vivo, com interação do público.

Porque se a gente passa a semana programando, nada mais justo que terminar debatendo por que e para quem programamos — e, quem sabe, saindo com um presente extra na bagagem.

 


 

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